Enlouqueci

Você já teve a sensação de estar enlouquecendo? De repente você se vê num ambiente hostil, as pessoas não te entendem e você não entende ninguém, você quer gritar, mas ninguém te ouve, as pessoas gritam e é você que não quer ouvir o que elas têm a dizer?

Sinto-me enlouquecendo um pouco a cada dia. Leio as notícias e já não sei mais o que é real e o que é fruto da minha mente, que já não sei se mente ou está demente.

Prefiro acreditar que estou ficando louco, pois não seria plausível acreditar que a Justiça está defendendo os ladrões, que quebraram nosso país, roubaram todos os recursos públicos, de todas as áreas e que transformaram esses recursos públicos em patrimônios pessoais, mergulharam o país na extrema miséria e sofrimento e ainda são beneficiados com constantes Habeas Corpus, pois não oferecem risco à sociedade. Não, isso é loucura minha!

Prefiro crer que estou delirando a pensar que esse mesmo povo, que acabou de sofrer todos esses desmandos, defende os bandidos que ainda estão com as mãos vermelhas de sangue do crime cometido, alegando perseguição política ou qualquer outra estupidez que o valha, para justificar o injustificável. Não há como isso ser verdade, não mesmo!

Enlouqueci, não tenho dúvida, pois é insano pensar que a sociedade pensa em eleger um candidato, que tem como sua maior realização em décadas, nunca ter se envolvido num escândalo de corrupção. Seria muito insano acreditar que isso é uma virtude e não uma obrigação. Veja como anda minha cabeça!

E tem mais: minha mente perturbada tem notado que existe uma patrulha, que cai matando qualquer um que pense de forma minimamente diferente daquilo que se convencionou como normal ou politicamente correto.

Não gostar de um estilo musical passou a ser um pecado capital. Veja até onde vai a minha loucura! Como pode alguém ser condenado por não gostar de uma música ou várias, mas enfim, é só uma música!? É claro que isso é tão somente questão de estilo musical, mas a minha cabeça doentia insiste em me fazer acreditar que as pessoas estão se julgando por isso, veja se pode uma coisa dessas?

Passei a pesquisar um pouco mais sobre esses meus sintomas. Não sou médico, mas a Internet ajuda bastante, descobri que posso ser esquizofrênico. Veja os sintomas: confusão mental, crença de que os pensamentos não são meus, delírio, desorientação, invenção de coisas.

Imagine que tenho sofrido delírios em relação até com a imprensa, mais ainda, tenho inventado coisas, pensando que a mídia manipula as notícias da forma como melhor lhes convém, que só mostram o que interessa, que mascaram números e que, com isso, tentam me enfiar, goela abaixo, o que convém a um grupo seleto de pessoas, que manipulam não somente a mim, mas a sociedade em geral.

Veja até onde vai meu delírio, a minha confusão mental: chego a pensar que diante da grandiosidade do universo, a mídia insiste em falar de meia dúzia de temas, tenho a impressão de todo dia ler a mesma coisa. Claro que isso é um sintoma esquizofrênico, é a minha cabeça que está pregando uma bela peça, pois lá no fundo eu sei que a mídia é imparcial e que serve para tirar o povo da ignorância, mas quando me dou conta, pronto, estou mergulhado em minhas insanidades.

Minha cabecinha perturbada anda acreditando que todas as redes sociais e portais que eu acesso, me manipulam constantemente, que eles me colocam somente em contato com as coisas com quais me identifico. Claro que é pura coincidência receber avisos, o tempo todo, de produtos que me interessam, isso não é manipulação, isso é só o destino conspirando ao meu favor!

Finalizando, até porque esse texto já ficou bem grande e eu tenho mania de achar que as pessoas não o irão ler por isso. Imagine, até parece que as pessoas têm preguiça de ler?! Vou contar uma das últimas doideiras minhas, chego a pensar que o Facebook esconde as minhas publicações! Veja só, até parece que o Facebook sabe quem sou eu, veja se não é a minha mania de perseguição? Não é só porque toda vez que eu espirro na frente da tela e ele me oferece para impulsionar o meu espirro e eu não aceito, que eles vão se preocupar em esconder as minhas coisas.

Amigos, despeço-me, não sei se escreverei outro texto, pois pelos meus sintomas, chego a pensar que vou para a camisa de força muito em breve, afinal, uma pessoa equilibrada não pode acreditar em todas essas sandices que escrevi aqui.

Por outro lado, imagine se eu não estiver louco? Meu Deus, será que o mundo surtou? Não, definitivamente não, é só minha esquizofrenia insistindo em aparecer.




Nessun dorma

Nessun dorma (Ninguém durma) é uma ária, do último ato da ópera Turandot, criada em 1926, por Giacomo Puccini e que foi imortalizada na voz e inigualável interpretação de Luciano Pavarotti. De forma muito resumida, a ária refere-se a ordem da princesa Turandot, de que ninguém poderia dormir, até que o nome do príncipe fosse descoberto.
Normalmente toda ópera retrata um drama, no seu sentido mais literal, motivo pelo qual resolvi usar, nessa reflexão, essa temática.
A vida humana, de certa forma, pode ser comparada a uma ópera. É trágica, é intensa, é linda e emocionante, ao mesmo tempo que é sofrida, levando-nos às lágrimas, tal qual uma boa obra musical.

O drama cotidiano está representado no sofrimento humano, nos milhões e milhões de seres humanos sem um lar, sem alimentos, sem o mínimo de dignidade e esperança de uma vida justa.
Dor, desesperança, fome, frio, vontade de que tudo se acabe o mais rápido possível, pois além do corpo, também dói a alma. A vida fica completamente sem sentido, as forças se esvaem e o vazio toma conta.
Por vezes, carregamos em nós todo esse sofrimento, que se expressa na melancolia sem explicação, na depressão que vez ou outra vem nos beijar a face, na insônia que nos acompanha e penso que não poderia ser diferente, exceto aos socialmente inaptos.
A tragédia vai tomando dimensões cada vez maiores, com a corrupção, a ganância desenfreada, a sede pelo poder e a completa indiferença para com as mazelas humanas. O que se acumula em cantos esquecidos é o que falta a tantos outros, o alimento desperdiçado é o mesmo que é cobiçado pelos famintos. Como pode haver paz sabendo que um semelhante, nesse momento, morre de inanição?
Que nunca nos falte a gratidão por tudo o que temos e a compaixão e a ação pelos que padecem na completa miséria.
A esperança é a de que um dia esse mundo seja mais justo, mais igualitário. O desejo é o de poder se deitar à noite sabendo que todo semelhante também está protegido, se alimentar pensando que ninguém mais passa fome. Infelizmente, isso ainda é utópico e tragicamente distante e miseravelmente humano.
As comemorações de final de ano estão chegando, presentes serão trocados, mesas fartas serão servidas e isso não é errado, pois a vida merece ser celebrada, essa é a condição que todos deveriam ter, não somente no final do ano, mas todos os dias!
É importante que mantenhamos a consciência, evitando os exageros e os desperdícios, pois muitos de presente, sequer um abraço e, além de não haver fartura, haverá privação do alimento essencial.
Na ópera, ninguém poderia dormir (nessun dorma) até que se descobrisse o nome do príncipe. Na vida, ninguém poderia dormir até que todo ser humano tivesse uma vida digna e, ainda assim, esse fim estaria longe de ser exultante e merecedor de aplausos, pois seria somente a garantia do mínimo necessário.
Talvez todo esse sofrimento explique porque, desde o Antigo Testamento, já nos tenha sido dito que “a felicidade não é desse mundo”. E como poderia ser?

 

Nessun Dorma – Luciano Pavarotti




Não olhe para trás com rancor

Aprender a se desapegar do passado não é uma tarefa fácil e talvez você saiba disso. E, quando falo do passado, não estou somente falando de alguns anos, estou falando de gerações, de séculos, de milênios. Às vezes, sequer o tempo cura.

Exagero? Veja alguns exemplos e tire suas próprias conclusões. Até hoje, passados mais de dois mil anos do início da Era Cristã, as religiões ainda usam princípios de antes de Cristo, para continuar brigando e promovendo “Guerras Santas”.

Num passado nem tão distante, temos o nazismo e todos os seus horrores e, ainda assim, novamente a humanidade está às voltas com ele, ganhando novos simpatizantes a cada dia. Mais insana ainda é a discussão se o nazismo é de direita ou esquerda, como se discutir essa dualidade fosse resolver ou justificar alguma coisa.

Poderia citar muitos outros exemplos, mas não é o caso, afinal, meu objetivo hoje é falar sobre os sentimentos que nutrimos pelo passado. Tudo o que acontece em nossas vidas tem um objetivo, nosso passado não pode se transformar num objeto de punição ou tortura, mas de aprendizado.

Também não estou falando de autoajuda ou de religião, dizendo que você tem que perdoar senão vai para o inferno, afinal, se esse for o argumento, só prova que o passado, de alguma forma, ainda permanece com suas amarras, se escondendo atrás de velhos dogmas.

Não se trata de esquecer ou perdoar o passado, mas sim, do que podemos aprender com ele. Cada situação vivida deixará marcas, boas ou ruins, mas deixará sua impressão em nossa alma.

Como o passado deixou sua impressão, dificilmente será esquecido por nós e, acredito, talvez o objetivo seja esse mesmo, não ser esquecido, pois se esquecêssemos, correríamos o risco de incorrer sempre nas mesmas coisas.

O passado é para nossa alma a mesma coisa que uma cicatriz é para o nosso corpo, sempre nos contará uma história e, mesmo uma cicatriz, pode trazer boas recordações. O passado também é assim, ainda que não seja tão bom, pode nos trazer bons aprendizados. A nossa maneira de olhar para essas marcas é que fará a diferença.

Aprender a olhar o passado sem raivas ou rancores, esse é um dos maiores desafios que podemos nos impor. Guardar rancor é a mesma coisa que guardar ácido sulfúrico, requer muito cuidado, pois ao menor contato vai causar estrago.

Vivemos tempos difíceis, a raiva, o descontrole, o ódio e outros sentimentos menos nobres imperam e tomam conta do dia-a-dia, no entanto, a cada amanhecer temos a chance de nos libertamos dos rancores que nos acorrentam ao passado e a fazer uma história diferente. Qual a sua escolha?

Don’t Look Back in Anger – Oasis




Humanização – Eis o que o mundo precisa

Estamos perdendo nossa capacidade de sermos humanos. É só o que consigo pensar diante de tantas barbáries cotidianas. Sempre me questiono como foi que deixamos a coisa chegar a tal ponto e, acredito, uma das possíveis respostas é essa: estamos perdendo nossa capacidade racional e estamos nos comportando cada vez mais como máquinas.

Faço parte daquele grupo que detesta receitas prontas. Penso que se o ser humano foi dotado de capacidade racional, ou seja, de pensar, não foi por mero capricho do destino e isso deve ter um significado maior. Particularmente, abomino as receitas do tipo “como se dar bem numa entrevista de emprego”, ou “o que fazer para…”, ou ainda “o segredo para a felicidade” e qualquer outra coisa do gênero.

Ao nos submetermos a esse tipo de postura, cada vez menos usamos nossa capacidade intelectual e nos assemelhamos a autômatos. Caso você não saiba, um autômato pode ser definido como uma máquina, um robô, um modelo matemático, que se utiliza de um conjunto de instruções para resolver um determinado problema. Aplicando esse conceito ao ser humano, podemos dizer que é a pessoa que não pensa ou age por si mesma.

O conceito de autômato é muito utilizado em computação, pois é a forma de fazer com que as máquinas usem regras para resolver problemas. Não há problema algum com isso, desde que sejam as máquinas a serviço do homem e não o homem se comportando cada vez mais como uma máquina!

A cada dia que passa mais me preocupo com o desfecho disso, pois entre os livros que mais vendem, sempre estão as soluções prontas, do tipo “faça isso ou aquilo para ser feliz”, “como ficar rico”, “como ser bem-sucedido”.  Uma coisa é aprender com os erros e acertos de outros e buscar sua própria forma, mas não vejo isso, o que as pessoas querem são fórmulas mágicas, que apontem todos os caminhos e isso não existe!

Pensar está virando artigo de luxo, demonstrar sentimentos nem sempre é bem visto, pois depende do local, da circunstância, ter opinião que difere do senso comum é quase uma heresia, quando deveria ser algo muito bem quisto, pois sempre é preciso que alguém desperte do contraditório, pois somente assim conseguimos ter mais de um ponto de vista, mas isso está praticamente impossível, diante da patrulha do senso comum, que se empenha em cada vez mais trazer as pessoas para a zona de conforto, do não pensar e, simplesmente, aceitar.

O temor de que as máquinas dominarão o mundo pode até ser real, caso continuemos com esse processo nefasto de alienação. Estamos dando espaço para isso e, do jeito que a coisa caminha, se é que já não temos, num espaço de tempo muito curto, teremos máquinas com capacidade de raciocínio muito maior a de algumas pessoas.

Você somente será plenamente feliz quando fizer aquilo que acredita, então, pare de perguntar ao outro o segredo da sua felicidade. Aprenda com os outros, mas busque a resposta em você mesmo, na sua capacidade de pensar.

A fórmula mágica da fortuna nunca vai funcionar para você, se você continuar se espelhando nos outros. Ah, mas funcionou para o fulano, você pode me dizer e eu digo que funcionou sim, porque provavelmente ele seguiu o que falei acima, seguiu aquilo que ele acreditava e deu certo, mas minha pergunta é: você gosta da mesma coisa que ele?

Para se dar bem numa entrevista de emprego, seja você mesmo, pois se o futuro empregador se interessar por você é porque o seu perfil o agradou e, se o seu perfil está de acordo com o dele, sua chance de ter sucesso é grande. Pode ser fácil fingir por alguns instantes, durante uma entrevista, mas será impossível fingir todos os dias, depois da contratação e, fatalmente, surgirá a frustração, o descontentamento e o insucesso.

Eu sei que na teoria tudo é muito mais bonito, mas que na prática, por questões de sobrevivência, muitas vezes nos submetemos a situações que não concordamos, mas aí entra novamente nossa capacidade humana, de continuarmos buscando e não nos acomodando, pois ao contrário das máquinas, não dá para reescrever nossa rotina interna e mudar nossa forma de pensar.

O grande diferencial que nos torna humanos é exatamente esse, identificar pontos que precisam de melhorias, buscar aprendizado e, com nossa exclusiva capacidade de raciocínio, colocar em prática a mudança necessária. Mude quantas vezes for necessário, lembre-se, você não é um robô, você pode mudar de opinião e ideia quando bem entender e é isso que te faz humano!

Não sei se você já fez esse teste, mas na ferramenta de pesquisa do Google, digite o seguinte: “Como fazer” e você vai se deparar com uma lista infindável de sugestões, para tudo. Se você digitar “Qual o segredo”, você perceberá que uma das primeiras sugestões é “Qual o segredo da felicidade”.

Isso é preocupante, esqueça o Google e pergunte isso a você mesmo, busque no maior banco de dados que pode existir, que é seu cérebro, as possíveis respostas para essa pergunta, pois somente nós saberemos o que pode ou não ser benéfico para nosso futuro.

Uma coisa é fato, enquanto deixarmos as principais decisões da nossa vida nas mãos dos outros, não teremos a menor chance de ser felizes, nem tão pouco de reclamar porque não deu certo.

Permita-se aprender novamente a ser humano, mas sem digitar isso no Google, por favor!

 




A vida é muito curta

Se você soubesse quanto tempo ainda tem de vida, como aproveitaria cada minuto até o momento da sua partida?

Tenho certeza de que cada um tem respostas completamente diferentes para essa pergunta, pois ela vai variar de acordo com a personalidade de cada um, assim como, para com os valores e prioridades que cada um de nós temos.

Nesse momento, proponho outra pergunta: por que você precisaria saber quando vai morrer para fazer o que te deixa feliz? Não é um pouco contraditório que a morte possa despertar a vontade de viver?

Não saber quando vamos morrer tem seu lado bom e seu lado ruim. Não sofremos por antecedência, mas também podemos deixar de viver tudo o que poderíamos ter vivido. A vida e suas contradições e ironias.

Se você tem acompanhado os noticiários nos últimos dias, deve ter visto que a vida nunca foi tão frágil e, talvez, tão banalizada. Num minuto você está caminhando pela rua e, em segundos, seu maior bem, a sua vida, lhe é tirada sem a menor cerimônia. Impossível se manter indiferente frente a tudo isso.

A vida é muito curta para nos importarmos somente com políticos corruptos, que zombam da nossa cara e, diga-se de passagem, são responsáveis diretos pela abreviação de muitas vidas e um dia, também responderão por isso. A dívida é deles, nós pagamos, eu sei, mas pelo menos nossa honra ficará limpa.

A vida é muito curta para passarmos mais tempo no trabalho do que com os que amamos. O trabalho é importante, dignifica, mas não pode se sobrepor à nossa própria vida.

A vida é muito curta para guardarmos rancor e ódio. Se não for possível perdoar, que ao menos consigamos deixar de lado e seguir nossa vida, pois não vale à pena passar uma vida toda sendo corroído por esses venenos.

A vida é muito curta para não ver o lado belo da vida, como um simples pôr-do-sol ou uma lua cheia que resplandece, não somente na noite, mas na nossa alma. Triste deve ser aquele que chega ao seu último suspiro só tendo lembranças tristes daquilo que a vida tem de pior.

A vida é muito curta para não se permitir errar nunca. Não precisamos ser perfeitos o tempo todo, precisamos ser humanos, autênticos, pois é isso que deixaremos ao partir.

A vida é muito curta para o “precisamos combinar alguma coisa” e essa coisa nunca é combinada. Combine hoje, faça hoje, amanhã pode ser tarde.

A vida é muito curta para perder tempo com pessoas difíceis. Deixe que ela tenha a razão que quiser ter, ela precisa disso, você não. Prefira ter a paz de espírito ao fechar os olhos todas as noites.

Sempre que se despedir de alguém, deixe essa pessoa com palavras positivas, demonstre o quanto ela é importante para você, pois pode ser a última vez que vocês se falam e, se isso acontecer, que ao menos ela tenha de você o seu melhor e que a última lembrança seja de amor.

Resumindo, a vida é muito curta para deixar para depois! Realize o que for possível realizar, viva o que for possível ser vivido, ame o quanto for possível amar, mas faça isso todo dia e não se arrependa do que foi feito.

Algumas pessoas falam em medo da morte, mas eu acho que na verdade o grande medo é o da vida. Medo de não ter realizado os sonhos, de não ter amado, de não ter vivido uma vida plena e se dar conta de que o tempo para isso acabou.

É óbvio que sempre teremos a sensação de que poderíamos ter feito mais, mas se hoje você tivesse que partir, ao pesar os momentos alegres e tristes da sua vida, qual deles seria maior? Na perspectiva mais pessimista, ainda temos o hoje para mudar essa resposta, caso ela não tenha sido boa. Dá tempo ainda para, ao menos, uma ligação, um abraço, um pedido de desculpas ou um perdão que te libertará! Vai, tente outra vez!

Epitáfio – Titãs