A Saúde

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Ainda nesse encontro o palco foi a Grécia, pois sua história e os acontecimentos lá ocorridos foram de grande importância. Hipócrates, que era considerado o “Pai da Medicina”, ali nasceu e desenvolveu seus estudos na área médica, estudos que milênios após, ainda tinham relevância e todo formando em medicina prestava o juramento de Hipócrates, em homenagem e respeito ao pioneiro das ciências médicas, portanto, nenhum outro lugar poderia ser melhor para mais esse encontro.

– Nonno, estou muito entusiasmado com esse encontro de hoje, pois após estudar mais sobre o autoconhecimento, vejo que isso também refletiu diretamente na área médica, na saúde.

– Isso mesmo, Vitor, a ciência médica foi outra grande beneficiada do processo de autoconhecimento do homem. Uma frase ficou famosa, ainda na antiguidade, dita pelo poeta romano Juvenal: “Mens Sana in Corpore Sano”, que queira dizer “Mente Sã em Corpo São”. Juvenal viveu entre os anos 60 e 130, da era Cristã e resumiu todo o conhecimento possível sobre a Saúde, de uma forma simples e racional, não poderia ser uma definição mais breve e perfeita. Se a mente estiver sã, o corpo também o estará! Praticamente nada mais precisa ser falado sobre esse assunto, nenhuma explicação adicional se faz necessária.

– Fascinante, nonno! Estou impressionado com o fato de tantos conhecimentos profundos terem sido transmitidos às pessoas, no entanto, pena que quase todos foram ignorados. É incrível como o início da história humana foi rico em conhecimento e em sabedoria, mas se perdeu.

– Vitor, creio que esclarecemos, definitivamente, o motivo pelo qual tanto cuidado foi tomado no início dessa nova era, a Era da Luz, do contrário a história iria se repetir e, assim como os conhecimentos foram perdidos uma vez, seriam duas, três e quantas outras tentativas fossem feitas, pois mudar era preciso, senão, nada realmente iria evoluir. Essa preocupação foi o norte dos grandes pensadores e estudiosos da Era da Luz, preocupação para que os ensinamentos nunca mais se perdessem e, com toda a simplicidade que um grande ensinamento contém, pudesse realmente mudar o mundo.

– Vitor, as pessoas antigamente tinham inúmeras doenças, muitas eram terríveis, traziam grandes sofrimentos, tanto aos pacientes, que dela padeciam, quanto aos familiares e amigos, que acompanhavam o sofrimento do seu ente querido, sem muito poder fazer. Entre tantas doenças que assolavam a humanidade, vamos nos limitar somente a algumas, do contrário, passaríamos anos e anos falando sobre elas, mas nos importa a causa dessas doenças e isso era comum a todas: o desequilíbrio mental. A ciência médica caminhou muito nessa época, sendo talvez, uma das áreas que mais evoluiu, mas infelizmente a evolução ia somente no sentido de tratar os sintomas, em conter epidemias e doenças das mais diversas, mas não curavam a causa, portanto, num sentido figurado, era como tentar tirar a água que está entrando num barco furado com um copinho, você vai passar a vida toda tirando, mas nunca a água vai secar, uma vez que a forma de entrada da água é muito maior do que a ferramenta utilizada para retirá-la de lá. As doenças funcionavam exatamente assim, por maior que fossem as descobertas e os medicamentos desenvolvidos, estes nunca seriam suficientes para sanar os problemas, pois a causa era a mente humana que era doente  e uma mente doente é capaz de produzir incontáveis doenças. Você poderia até curar uma coisa, mas rapidamente outra aparecia e o ciclo não se encerrava, pois a porta de entrada das doenças estava totalmente aberta e vulnerável.

– As pessoas não conseguiam entender a relação direta entre o que suas mentes produziam e os reflexos no seu corpo. O stress foi considerado o mal do século e era sabido que ele trazia muitas doenças, dores e tantos outros sintomas inexplicáveis, era sabido que ele matava mais que as guerras, que um corpo estressado, ou seja, no seu limite, é capaz de entrar em colapso a qualquer momento, os batimentos cardíacos aumentam, a pressão sanguínea aumenta, os hormônios ficam descontrolados e isso vai gerando uma infinidade de consequências, como infartos, derrames e até o próprio câncer. O sistema imunológico ficava totalmente baixo e era o ambiente perfeito para infecções, epidemias e tantas outras coisas. Algumas doenças eram atribuídas a fatores genéticos e isso não deixava de ser uma grande verdade, no entanto, não da forma como eram interpretados, pois a “culpa” da doença não era somente uma predisposição genética, mas sim, um padrão comportamental e transgeracional, pois não somente as características físicas eram herdadas, mas também, padrões de comportamento e de sentimentos, motivo pelos quais uma determinada doença acompanhava uma família toda, geração após geração. É um fato que nem todos de uma mesma família desenvolviam os mesmos males, fator que é explicado porque nem todos pensam e sentem da mesma forma uma determinada situação.

– Novamente, voltamos ao mesmo ponto: o autoconhecimento. Era necessário um entendimento completo do seu próprio eu para se libertar do seu padrão de comportamento transgeracional, livrando-se com isso, não somente dos comportamentos, mas também das doenças que eram carregadas. Ao se libertar do torpor mental o homem também se libertou dos males físicos, pois ele aprendeu que sua mente pode controlar tudo, que sua mente é seu único remédio necessário e eficaz e que todo o restante tem efeito somente paliativo, sem qualquer poder de cura. Não digo com isso que os medicamentos da época eram inúteis, pelo contrário, ajudavam, mas assim que uma doença era curada, outra aparecia, pelo motivo que já falamos, os medicamentos curavam somente o sintoma e não a causa. Dando alguns exemplos, vamos falar, por exemplo, das alergias e crises respiratórias, doenças muito comuns, normalmente atribuída a fatores climáticos e ambientais, como poeiras, fungos, ácaros ou mudanças de temperatura. Esses fatores eram somente o pavio, o fator desencadeante, mas nunca a causa. Vamos pensar um pouco, se a pessoa estava sufocada, sem ar, isso não seria um reflexo da sua mente que deveria estar sufocada também? Sentimentos reprimidos, raivas, coisas não faladas no momento certo, isso sim eram os fatores que sufocavam a alma, que por sua vez, acabava refletindo no físico, fazendo com que a pessoa sentisse dificuldade de respirar, mas antes do pulmão ter essa dificuldade de respirar o cérebro já a tinha, a mente já não respirava, portanto o corpo apenas exteriorizou uma doença da alma.

– Outra doença muito terrível ficou conhecida como o mal de Alzheimer. Era uma doença muito cruel, onde ainda viva a pessoa já deixava de viver, não tinha mais nenhum controle sobre seu próprio corpo, nem mesmo sobre atividades mecânicas, como o simples mastigar e engolir um alimento, elas se esqueciam de tudo e de todos, inclusive delas mesmas, pois já não sabiam mais quem eram. Isso é muito triste, você ver um familiar em sua frente e ele não saber mais quem é você, ou pior, não saber quem ele mesmo é. Observe seus principais sintomas: esquecimento e falta de controle sobre tudo. Não seria também a mente exteriorizando um sentimento reprimido por muitos anos, um sentimento que a pessoa tentou esconder ou esquecer a vida toda, talvez nunca admitido para ninguém? Em algum momento o cérebro obedece a ordem e esquece, apaga, mas apaga tudo, pois ele não distingue o que é bom e o que não é, ele apenas obedece a um sentimento constante durante uma vida toda: esquecer. A falta de controle sobre seu próprio corpo pode também ser um reflexo mental, pois se a pessoa tentou fugir de algo a vida toda, esquecer de algo a vida toda, ela também não teve controle de seus próprios sentimentos e emoções, por isso, o corpo reage ao estímulo mental da falta de controle. Não estamos aqui encerrando ou dizendo que as causas somente sejam estas, mas certamente foram as causas da grande maioria dos pacientes acometidos por esse mal.

– Vitor, não quero passar com isso a impressão de que as pessoas eram as culpadas pelas suas doenças, mesmo porque, não existe culpa, mas sim, desequilíbrio, que pode ser resultante de um sentimento de culpa, mas o fato em si é que não estou criticando, apenas apontando algumas possíveis causas para os grandes males da época.

– Sim, nonno, entendi perfeitamente, mas essas comparações são importantes para o entendimento e é muito interessante ver como a mente age em nosso corpo. Acredito que a psicologia ajudou um pouco as pessoas nessa época, certo?

– Sim, Vitor, ajudou sim, mas o maior problema é que poucos admitiam precisar desse tipo de tratamento, que era tido ainda com certo preconceito, rotulado de “coisa de louco”. As pessoas, como regra, eram muito prepotentes, achavam que sozinhas poderiam resolver tudo, que não precisavam de ajuda. Tamanha ignorância dificultou muito o estudo e aplicação da psicologia, uma vez que era muito mais fácil buscar um comprimido do que falar e mudar sentimentos, era mais fácil tomar um remédio e ficar livre dos sintomas por alguns momentos a buscar o equilíbrio, pois o comprimido tinha efeito imediato, mas a mudança exigia anos, no entanto, uma vez modificado um sentimento, esse problema era resolvido definitivamente, ao contrário do comprimido, que durava enquanto seu princípio ativo estivesse no organismo. A grande verdade é que os caminhos deveriam seguir paralelamente, os medicamentos minimizavam o impacto físico e, em paralelo, a pessoa buscava tratar sua mente e essa era uma situação perfeita, mas pouco utilizada. Partindo para o autoconhecimento, para o esclarecimento e completo entendimento de si mesmo, naturalmente, a pessoa começava a deixar os medicamentos e, conseguindo modificar a causa da doença, ela eliminava e não apenas minimizava o problema.

– Quando passou a conhecer-se melhor o homem percebeu que toda a cura que ele precisava estava em sua mente, que dominando seus sentimentos e pensamentos, ele também dominava todas as enfermidades que assolaram a humanidade por toda uma existência, voltando ao sábio conhecimento “Mente sã em corpo são”.

– Nonno, estou impressionado com tudo isso. O corpo humano é uma perfeita máquina, que só funciona bem quando todos os seus elementos estão em harmonia, qualquer problema, por mais simples que aparentemente possa ser, vai desiquilibrar todo o sistema, trazendo doenças das mais variadas. Que bom que atingimos esse nível de conhecimento!

– Era perfeitamente natural, dado o estado de perturbação mental dos nossos antepassados, que as doenças encontrassem solo fértil para se prosperar. Grande parte dos habitantes da época também foram devastados por epidemias, doenças altamente contagiosas que dizimavam populações inteiras, principalmente em países menos desenvolvidos. O outro lado, mais nocivo e doentio ainda, era a indústria farmacêutica e suas manobras, lucrando somas inimagináveis de fortunas com as doenças que acabavam com a humanidade. Um pensamento doentio, que dominava as cabeças que lideravam a época, que só viam no dinheiro toda fonte de felicidade e prazeres possíveis, sem se importar com as consequências, sem se dar conta de quantas vidas eram perdidas para que esses impérios fossem construídos.

– Esse cenário terrível tomou conta do planeta por vários séculos, ceifando milhares de vidas em toda a Terra e não havia remédio que fosse eficaz o suficiente para controlar essas epidemias, pois sua cura, como já falamos, não estava em comprimidos ou injeções, mas sim, nas mudanças de postura.

– Com a evolução e desenvolvimento que se seguiu, o homem deixou para trás grandes males, que gradativamente foram desaparecendo. Os conhecimentos médicos e científicos agora se preocupavam com a mente, com os sentimentos, com o entendimento do corpo como um todo e não somente como um amontoado de órgãos. Ao invés de serem desenvolvidos medicamentos que apenas combatiam os efeitos, foram criadas técnicas para dominar a mente e controlar sentimentos, agindo assim na causa do problema.

– A medida que o homem avançava no autoconhecimento, também avançavam os progressos em relação à sua saúde, que passou a ser o estágio natural do organismo. Além dos desequilíbrios mentais, fatores externos extremamente maléficos também deixaram de existir, como por exemplo, os agrotóxicos, que somado aos fatores internos, foram os grandes responsáveis por inúmeras mortes por câncer e outras doenças degenerativas.

– Com o avanço científico e com o conhecimento já adquiridos, novos estudos começaram a ser desenvolvidos, assim como, novos equipamentos médicos foram criados. Dentre esses novos equipamentos, um dos primeiros e muito importante, foi um aparelho capaz de detectar e medir a faixa de vibração mental da pessoa, assim como a carga energética que ela emanava e, dessa forma era possível saber com que tipo de vibração ela estava conectada, se era positiva ou negativa, ou ainda neutra, além de saber a intensidade da vibração energética. Quanto mais baixo o sinal, menor era sua capacidade de resistência e, caso isso fosse detectado, uma série de ações eram tomadas no sentido de reverter essa situação, como psicoterapias, reposições eletromagnéticas e ajustes de padrões mentais, incluindo nesse caso, também a ajuda de outro aparelho desenvolvido, que operava numa frequência diferente de todas as demais até então conhecidas e que possibilitavam o ajuste e alinhamento das ondas cerebrais, resolvendo de forma bastante efetiva as descompensações energéticas, reequilibrando a mente e, por consequência o corpo.

– Em alguns anos muitos outros equipamentos foram sendo desenvolvidos, mas reforço, nada disso teria sido possível se o homem, antes de tentar entender o mundo, não se entendesse, não se descobrisse, aceitasse suas limitações e buscasse sua felicidade de uma forma plena.

– Hoje, transcorridos alguns séculos desde então, chegamos ao ponto em que estamos, onde nem mesmo a morte tem mais o significado e a forma como era antes, mas isso, meu neto, é o resultado de muita mudança, de muita força de vontade e de muitos e muitos anos de dedicação a uma causa. A morte, tal qual era na época, somente ocorria por um desgaste natural dos órgãos, que por sua própria constituição física, não poderiam durar por muito tempo, eram como peças de veículos, que você vai arrumando, vai até trocando, em alguns casos, mas que, em certo momento, não vai mais funcionar.

– O resultado de séculos de evolução psíquica fez com que o físico também evoluísse, tornando a matéria muito diferente da que ela era, possibilitando novas conquistas e novas formas de viver e também de morrer e hoje a morte tem um significado totalmente diferente, é vista sob outra perspectiva, que também é a da evolução, da necessidade da mudança para um outro tipo de corpo físico, que acompanha a evolução do mundo onde essa pessoa habita.

– A evolução da mente e do espírito fez com que o homem pensasse o mundo de forma diferente e expandisse seu campo de visão, antes extremamente limitado, porque não dizer, praticamente míope. Por se considerar o ser mais importante do universo, numa prova da extrema pobreza espiritual, característica comum das pessoas com pouca evolução mental, nossos antepassados não conseguiam conceber a vida fora do planeta Terra, exatamente por só buscarem, em outros planetas e dimensões, uma vida parecida ao do planeta em que se encontravam. Não lhes ocorria que a vida, em outros mundos, pudesse ser de forma totalmente diferente a da Terra, que a água, que era sempre o ponto inicial das investigações em outros planetas, pudesse ser essencial a vida na Terra, para a constituição do corpo físico da época, mas que poderia ser irrelevante, pelo menos para a manutenção da vida, em outras formas de constituição física e mental.

– Algumas pessoas tinham esse conhecimento, tentavam trazer o assunto à luz de todos, mas normalmente eram taxadas de loucas, esotéricas, entre tantos outros adjetivos, mas o fato é que nunca eram levadas a sério. Cientificamente, sempre eram rebatidas pelos estudiosos da época, que categorizavam que não era possível, pois nunca foi encontrado um planeta com condições semelhantes as da Terra.

– Quanta presunção, não nonno? Quer dizer, para poder existir tinha que ser igual ou então não existia! Todo o universo existia somente para uma vida, diga-se de passagem, muito sofrida, num planeta que, em escalas universais, era um grão de areia, mas era o único lugar do universo capaz de conter vida inteligente. Quanta soberba…

– A mudança da postura mental e o equilíbrio físico fizeram com que o homem começasse a aventar novas possibilidades, começasse a encarar a vida em outros planetas de outra forma, pois a sua própria constituição física começava a mudar lentamente, portanto, começou a pensar na vida em outras galáxias e planetas de uma forma totalmente diferente, e esse pensamento já não era mais uma hipótese totalmente absurda.

– Nonno, pesquisando sobre esse assunto, percebi que nossos ancestrais tinham uma visão muito deturpada da vida em outros planetas, até mesmo entre aqueles que acreditavam nessa possibilidade, pois muitos imaginavam esses seres como figuras deformadas, com um olho na testa, entre outras bizarrices. Outros por sua vez, só viam os habitantes de outros planetas como inimigos, que queriam invadir e dominar o planeta Terra, fazendo disso um motivo para grande temor e alarde. Quase nunca eles eram vistos como pessoas mais evoluídas ou como pessoas que pudessem ajudar o progresso, mas sim, sempre de uma forma muito negativa.

– Sim, era isso mesmo e isso perdurou por muitos séculos, por milênios! O que o homem não conseguia perceber é que ele não precisava de ajuda para acabar com o Planeta, pois isso eles já faziam muito bem, embora não admitissem. Outro ponto totalmente equivocado era somente pensar nessas pessoas como inferiores, pois vamos ser um pouco lógicos, se eles tinham condições de vir até nosso planeta e nós não tínhamos a mesma condição de ir até o deles, quem seria o mais e o menos evoluído? Se eram mais evoluídos, porque estariam interessados em destruir ao invés de ajudar? Era o velho paradigma do padrão mental, onde cada um só via e julgava segundo seus critérios interiorizados, segundo aquilo que eram e viviam.

– O estado de saúde e equilíbrio, felizmente, proporcionaram ao homem a capacidade de começar a abrir os horizontes e a entender de uma forma muito mais abrangente os mecanismos da vida, que lhes escapavam ao conhecimento e domínio, mas nem por isso não existiam. Essas descobertas e essa integração, trataremos em outra conversa, já que é um assunto extenso, foi parte importante da evolução humana, portanto, merece um tempo maior.

– Entendo perfeitamente, nonno. Paramos por aqui hoje?

– Gostaria que sim, continuamos em outro momento, onde abordaremos o desenvolver nas novas políticas estabelecidas e na contribuição delas para a manutenção da ordem e do progresso do homem.

Como era hábito, continuaram a falar alguns assuntos do cotidiano, despediram-se e foram para seus lares.

Leia aqui um pouco sobre A Nova Política

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