O Quarto Encontro – Política

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No dia seguinte, conforme combinado, Orlando e Vitor se encontraram novamente, no mesmo parque, ambos conversaram um pouco sobre a rotina, Orlando perguntou se Vitor havia descansado e se já estava recuperado e assim ficaram por alguns minutos.

– Nonno, vamos caminhar enquanto conversamos, conforme falamos ontem?

O parque era imenso, com muitas árvores e flores de todas as cores e tamanhos, a natureza estava mais viva que nunca naquele espaço e a energia que emanava das plantas e árvores era restauradora, assim como ajudava a harmonizar os pensamentos e sentimentos.

– Vamos sim, Vitor, vamos caminhando bem lentamente e conversando, podemos fazer algumas paradas, se necessário, para que você possa utilizar algum quiosque para visualizar a história que hoje vamos abordar, fortes emoções estão por vir.

– Não tenho dúvida disso, nonno, vamos lá, aguardei ansiosamente por isso.

– Bom, em nossas últimas falas de ontem, abordei com você a influência muito negativa e distorcida que as instituições de ensino exerceram durante muito tempo. Essa influência e atitudes distorcidas, levaram nossos ancestrais a um nível de alienação jamais imaginado nos dias de hoje. Vitor, o foco da nossa conversa será o Brasil, pois como já falei, nesse país as coisas eram muito mais acentuadas, assim como em outros países da América Latina, mas como nossos ancestrais descendem diretamente do Brasil, abordaremos mais os fatos que lá aconteceram.

– Os governantes, percebendo que a manipulação estava funcionando cada vez mais, passaram a utilizar todos os recursos disponíveis para enganar e ludibriar o povo. Construíam obras gigantescas, inúteis, e as abandonavam pelo meio do caminho, pois o único objetivo era o desvio das verbas públicas, manipulavam dados sobre os controles financeiros, a corrupção foi ficando cada vez mais intensa, atingindo todos os níveis e esferas públicas e os poucos que resistiam eram eliminados. O povo, apesar de todas as atrocidades a que eram acometidos, ainda mantinham esperanças de melhorias, mas estas, estavam cada vez mais distantes.  Um processo ditatorial foi se instaurando, lenta e perigosamente no país, que começou com artimanhas sutis, que nunca despertaram a atenção da grande massa, mas que, aos poucos, foram minando cada vez mais o poder do povo e submetendo-os à toda forma de infortúnios, sem que eles pudessem sequer reagir, tamanho era o estado letárgico da grande maioria.

– Eleições passaram a ser manipuladas cada vez mais, chegando a um ponto descarado de adulteração de resultados, feito de forma praticamente grosseira, mas isso era justificado com explicações de peritos, que comprovavam a lisura do processo e o povo, alienado, acreditava. Alguns partidos se estabeleceram no poder por décadas, constituindo uma ditadura disfarçada. Quando havia algum tipo de revolta do povo, logo eles davam um jeito de contornar a situação e como não havia conhecimento suficiente para a grade massa, fazer com que algumas vozes fossem abafadas, era fácil.

– No Brasil, por volta do ano de 2150, uma forte onda de protestos começou a se erguer, as pessoas, cada vez mais pressionadas, já não aguentavam tamanha opressão e alguns movimentos de revolta foram tomando forças. O governo imediatamente agiu e resolveu a questão, trazendo para o país uma copa do mundo e uma olimpíada e, assim como num passe de mágica, tudo retornou ao completo estado de letargia. O povo queria diversão, queria esquecer os problemas e, nesse ponto, tanto o governo quanto a mídia manipuladora que estava a completo serviço das esferas governistas, era bastante ágil e eficiente e, em alguns meses, tudo estava perfeitamente controlado novamente.

– Algumas células de resistência insistiam em se fazer notar, quiseram chamar a atenção mundial, com protestos organizados, atraindo uma pequena parcela da população, mas ainda sendo pequena, já representava algum risco, portanto, o governo imediatamente achou uma forma de tirar a legitimidade dos protestos, infiltrando pessoas do próprio corpo governista e fazendo com que esses elementos fizessem atos de extremo vandalismo e, logo em seguida, lançou mão dos recursos da mídia, que tinha nas mãos, para divulgar as “atrocidades” cometidas e, com isso, desacreditar qualquer protesto legítimo. O povo, mais uma vez, se voltou contra o próprio povo, falando que os protestos eram badernas, falta de caráter, que a destruição dos bens públicos e privados eram uma forma errada de se protestar. Mas qual era a certa? Sabiam eles que esses protestos violentos eram forças do próprio governo em ação, com o único intuito de desacreditar todo um processo? Não, não sabiam e mais uma vez se deixaram manipular e se entorpeceram com programas de auditório, shows humorísticos, que na verdade só zombavam das deficiências alheias, portanto, nada tinham de engraçado, se amontoavam em estádios de futebol e brigavam por um time de uma foram que jamais brigavam pelo seu próprio país.

– Com isso, Vitor, os objetivos e estratégias governistas caminhavam muito bem, com um pouco de manipulação, milhões de pessoas foram silenciadas, num estado letárgico, hipnótico ou algo do tipo, chega a ser estranho, nos dias de hoje, pensar que tamanha manipulação fosse possível, fato que só nos prova a importância da educação e o estrago que ela pode causar, quando não feita de forma correta.

– Os anos foram passando e a população cada vez mais jogada ao nada, os serviços básicos e essenciais, que eram dever do Estado, estavam cada vez mais falidos. A saúde era uma delas, os hospitais públicos não tinham orçamento e, ao invés da verba ser destinada ao objetivo correto, era desviada quase totalmente para contas particulares, em paraísos fiscais. Com isso, o nível dos profissionais foi decaindo cada vez mais, não havia mais interesse em exercer a profissão de médico no meio público. A falta de recursos fazia com que medicamentos básicos faltassem, não havia aparelhos suficientes e necessários para tratamentos e as pessoas morriam, amontoadas, nos corredores dos hospitais, que mais pareciam uma visão daquilo que se poderia chamar de inferno.

– A fome foi aumentando cada vez mais, os recursos eram cada vez menores e as famílias já não tinham condições sequer de se sustentar e muitas passaram a morar nas ruas, sem qualquer proteção. O número de pessoas que sofriam com a fome aumentava a cada dia, ao passo que os governantes, cada vez mais, engordavam suas contas milionárias com o dinheiro que seria destinado a programas de erradicação da fome e da miséria.

– Por volta do ano 2200, programas populares de habitação foram ficando cada vez mais comuns e, dessa vez, a promessa era o sonho da casa própria e, mais uma vez, o povo, sofrido, colocava as mãos no bolso para pagar caro por mais um bem que deveria ser dever do Estado: a moradia. O governo, dessa vez, aliou-se as empreiteiras da construção civil, dentro daquele mesmo esquema das indústrias farmacêuticas e das instituições de ensino. O esquema era praticamente o mesmo, somente mudando o produto vendido e agora, todos eram incentivados a comprar suas casas, em programas com juros atrativamente baixos. O problema, mais uma vez, era o superfaturamento das obras e uma casa muito simples chegava a custar mais caro que uma mansão luxuosa. Naturalmente, havia muito subsídio do governo nisso e as empreiteiras deram um salto gigante, entrando para o rol das empresas mais lucrativas do milênio. O pretexto e apelo social girava em torno da quantidade de empregos que a construção civil proporcionava, que era um fato verdadeiro, mas o problema, novamente, era a forma como isso era conduzido, as empreiteiras recebiam do governo praticamente toda a  verba necessária para a construção do imóvel, o governo, por sua vez, financiava esses imóveis com condições que coubessem no bolso da maioria da população, que pagava o equivalente a uma casa de luxo por algo que praticamente não ofertava dignidade, mas ficava feliz, afinal, era o seu sonho, era a sua casa própria.

– Assim como nos financiamentos estudantis, o imóvel também não era garantia de estabilidade, pelo contrário, acabava se tornando no pesadelo de muitos que não conseguiam pagar suas prestações e viam seus bens sendo tomados por bancos e sendo leiloados. Essas pessoas, sem ter onde morar e agora sem nenhum dinheiro também, perdiam o pouco da dignidade que lhes restavam e iam para as ruas, abarrotando favelas, pontes e campos improdutivos. Viviam praticamente dos restos dos demais, comiam poucas vezes por dia, quando comiam e sentiam-se no completo abandono e desamparo. Muitos não resistiam e morriam, seja por doenças ou pelo estado emocional, que os debilitava a tal ponto que o corpo físico não aguentava mais. Foram anos difíceis para a raça humana, que se viram numa condição sub humana, sem dignidade.

– Paralelamente a toda essa crueldade, políticos corruptos erguiam impérios alegando ser fruto de trabalho honesto e de uma visão empreendedora muito boa, como foi o caso do filho de um influente político da época, que era praticamente analfabeto, mas que em alguns poucos anos construiu um império que nenhum trabalhador honesto jamais conseguiria. Questionado sobre o despautério, o pai do ilustre alegou que o filho teve uma ótima visão empreendedora e deu “sorte”. A mesma palavra “sorte” também foi utilizada por outro deputado ao justificar o fato de ter ganhado mais de cem vezes na loteria. Naturalmente, nem preciso dizer do quanto os resultados eram manipulados e os jogos comprados, pois era uma forma de tornar os dinheiros recebidos através de propinas, que eram ilegais, em dinheiro legal. O nobre deputado fechava todas as combinações, gastando uma fortuna em apostas, mas isso não era problema, pois o dinheiro voltaria e, agora, legalizado, pois era fruto de um prêmio legítimo e da sorte que “Deus” lhe deu.

– Esse recurso foi muito usado, por séculos e o povo, na ilusão de ter dinheiro fácil, apostava o pouco que tinha na esperança de ficar milionário, fato que nunca acontecia, pois em quase 100% dos sorteios, tudo era manipulado, como no caso do deputado acima. Pessoas eram escolhidas como “laranjas”, que foi a forma que eles encontraram para não aparecerem tanto, ou seja, alguém ganharia por eles e, em troca, a pessoa receberia sua fatia do valor. Vez ou outra, para não dar completo descrédito ao processo, alguém ganhava e com isso toda a população voltava acreditar nas apostas.

– Toda essa situação foi propiciando uma onda gigantesca de violência, as pessoas não tinham mais tolerância alguma, todas estavam em seus limites e qualquer fato, por simples que fosse, desencadeava consequências pesadas. Todo esse sofrimento também abriu campo para a disseminação cada vez mais ampla das drogas e entorpecentes de toda natureza, pois o homem não tinha mais condições de se manter lúcido, portanto, qualquer substância que o tirasse da realidade dura e cruel, por minutos que fosse, era bem vinda. Nesse ponto, os traficantes ganhavam cada vez mais forças e o forte esquema e organização que já possuíam, foi ficando cada vez maior e mais organizado, tanto é que, na época, era dito que talvez uma das poucas coisas organizadas era o crime. No entanto, como já era esperado em situações como essa, as circunstâncias foram se agravando cada vez mais, as drogas, apesar de trazerem certo alívio momentâneo, geravam uma série de outros problemas sociais, físicos e psíquicos, além de toda a violência que estava contida no âmbito dessa questão.  O tráfico foi se tornando uma importante fonte de renda de muitas pessoas, chegando a constituir um mercado paralelo, com suas próprias regras e leis, que eram bem mais drásticas que a justiça da época, que seguia alheia a tudo o que acontecia ou muito pouco fazia.

– As pessoas entravam para o mundo das drogas cada vez mais cedo, crianças já eram vistas usando, traficando e morrendo aos montes, todos os dias. Esse  processo foi muito lento também, começou a se popularizar por volta do ano de 1900, muito tímido, mas foi ganhando espaço a cada década que passava e, aos poucos, foi entrando nas famílias, escolas, convívio social e, em alguns anos, estava em todos os lugares. Agora, meu neto, vem uma parte dessa história que nunca foi abordada muito diretamente na época, mas que hoje não temos dúvida, aconteceu mesmo, a de que em tudo isso, sempre houve também a mão do governo.

– Não posso acreditar nisso, nonno! Não pode ser verdade que o governo também estivesse infiltrado nesse esquema sujo do mundo das drogas. Como pode!

– Mas estava, Vitor. Política e governo na época, via de regra, eram sinônimos basicamente de poder e dinheiro e, dinheiro por sua vez, era algo que o mundo das drogas tinha muito. A participação dos governos pode não ter sido direta, mas muitos dos governistas eram eleitos com dinheiro do tráfico e serviam aos interesses deste, sendo que a função deles, quando eleitos, era facilitar o acesso aos meios legais para defender o negócio. Normalmente pessoas muito influentes estavam ligadas ao tráfico, deputados e senadores poderosos tinham ligações fortíssimas com os traficantes. Eles eram eleitos sem muito esforço, pois dinheiro para comprar votos e financiar as campanhas não eram problema, além do que, os traficantes constituíam um poder paralelo e as comunidades onde estavam inseridos obedeciam mais ao tráfico do que ao poder constituído, portanto, aquilo que um traficante falasse era a lei e, se a ordem fosse para votar em alguém, certamente esse alguém seria eleito.

– Muito dinheiro circulava pelos bastidores, muita podridão, os poderes públicos, que deveriam servir ao bem do cidadão, eram colocados invariavelmente e indiscriminadamente a serviço do tráfico, como por exemplo, boa parte das organizações policiais, que também tinham traficantes infiltrados, altos comandos recebiam muito dinheiro para deixar o processo fluir, fazendo vista grossa e assim tudo caminhava tranquilamente. As pessoas sofrendo, o dinheiro público sendo colocado a serviço do crime e o governo, oportunista como sempre, dava grandes somas de valores de orçamento para o combate ao crime, que naturalmente, mais uma vez, eram desviados, pois como se iria combater algo do qual se participava? Até havia algumas tentativas, vez ou outra um espetáculo teatral era montado para deixar o povo feliz, mas tudo isso não passava de mera encenação política, previamente combinada.

Nesse ponto, Vitor e Orlando pararam num quiosque, pois Vitor queria ver essas cenas para poder aceitar, pois apesar de não duvidar do seu avô, ainda rejeitava a ideia e queria não acreditar no que ouvia. Eles pararam num quiosque e se conectaram ao Projetor Tridimensional de Memória Genética Acumulada, que imediatamente começou a projetar as cenas contidas na memória genética dos dois.

Ainda meio atônito, Vitor se deu conta de que tudo aquilo não era mera história e, por mais trágico e  por mais difícil de aceitar que fosse, que um poder que deveria proteger o povo, na verdade o oprimia de todas as formas, mas era fato que o governo instituído fora uma das organizações mais escusas, perigosas e sem moral que já existiu em toda a história da humanidade, podendo, sem qualquer dúvida, ser considerado uma das principais fontes de todos os males que assombraram a humanidade por séculos e séculos.

Vitor foi visualizando praticamente todos os países e constatou exatamente o que o seu avô havia falado, ou seja, em todos os casos e níveis, a manipulação era feita, alguns mais, outros menos, mas todos faziam. Algumas nações tinham povos com mais recursos, eram muito melhor estruturadas, mas de qualquer forma, a corrupção parecia ser um mal crônico, pois independente de quem estivesse governando, as atividades ilícitas continuavam.

– Vitor, nós estamos a todo momento constituindo um monstro que chamamos de governo, de Estado, no entanto, também precisamos discutir a origem de tudo isso, afinal, quem são os representantes eleitos? Quem é o Estado em si?

– O próprio povo, não é?

– Exatamente, Vitor. Não podemos esquecer que o Governo, o Estado, nada mais são do que o reflexo da sociedade, pois ao contrário do que também se pensava, que o Governo moldava a sociedade, a lógica era inversa, ou seja, era a sociedade quem moldava o governo, pois o governo era tão somente o reflexo das atitudes morais, sociais e individuais de cada cidadão. Se a pessoa não tinha moral adequada, não tinha caráter, não era a política quem a iria  corromper e sim, ela quem corromperia a política, com suas atitudes.  Era lamentável, mas uma grande, imensa parcela da população mundial era corrompida, não tinha convicções morais adequadas e, muitos dos que se sentiam vítimas, na verdade, tinham era o sentimento de inveja dos que estavam no poder e diziam, abertamente, que se lá entrassem, fariam a mesma coisa. Diante disso, o que poderia ser feito? Existiam pessoas boas, mas infelizmente, estas eram sufocadas pela grande massa, as pessoas, via de regra, só queriam levar vantagem em tudo, a qualquer custo, ainda que fosse com a dor e sofrimentos alheios, mas o que importava para muitos era tão somente o seu próprio bem estar. Essas boas pessoas, muitas vezes, tentavam levantar a voz e dar seu grito de liberdade, mas na  maioria das vezes eram abafados quase que instantaneamente, pelas inúmeras outras tantas vozes que eram contra.

– Mais uma vez, meu neto, gostaria de lembrar que todo esse movimento político, todas essas situações de que falamos até agora, aconteceram no mesmo período em que todas as coisas que já falamos sobre a religião também aconteceram. Nós estamos abordando os assuntos de forma separada, mas convém reforçar que todos esses fatos foram acontecendo simultaneamente e acabaram, todos eles, culminando na quase completa extinção da espécie humana.

– Todo esse processo foi gradativo e degenerativo, a humanidade a cada ano se deteriorava mais. Como parte de todo processo de corrupção, dinheiro e poder, a ganância começou a falar mais alto entre os países e já não bastava mais a corrupção e roubos internos, uns queriam atacar os outros, todos estavam de olho no aumento do poder. Essa prática sempre existiu ao longo dos séculos, aliás, a história da humanidade e dos países sempre foi escrita com muito sangue, guerras, batalhas e luta pelo poder, com um país invadindo o outro, tomando posse de terras e assim sucessivamente. No entanto, a ganância pelo poder era tanta que o homem passou a ter como objetivo fixo a conquista dos bens alheios e, para tal, os governos começaram a investir pesado em armas de destruição em massa, arsenais nucleares cada vez mais potentes foram sendo construídos e inúmeras guerras foram declaradas.

– Esses eventos foram se intensificando e no ano de 2285, que foi o ano do grande golpe sofrido pela Igreja, talvez também tenha sido o gatilho para que todo esse processo de mudança começasse o ocorrer, pois com o que aconteceu com a Igreja, as ondas de protestos foram se intensificando e a violência só ganhou força com esse fato ocorrido no Vaticano e os séculos seguintes foram cada vez mais sangrentos.

– Vitor, creio que por hoje podemos parar por aqui também, afinal, já falamos muito e não quero sobrecarrega-lo com uma carga muito negativa de uma só vez. Percebi que, naturalmente, todos esses fatos mexeram com você e gostaria de dar um intervalo de alguns dias até que possamos retornar ao assunto e concluirmos essa conversa sobre a política, tudo bem?

– Sim, nonno, tudo bem, penso que será melhor mesmo. Vou utilizar o Projetor Tridimensional de Memória Genética Acumulada e rever alguns fatos da história, assim, em nosso próximo encontro já trarei alguns questionamentos e sei que isso vai me ajudar a atender melhor o fim de tudo isso.

 

Leia aqui sobre o Quinto Encontro abordará o fim do antigo Sistema Político

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